Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Ventos do amor

Que os ventos se encarreguem
Sem que dês conta a brincar
Carícias que não te posso dar
Prazeres infinitos perdidos
Beijos que não foram idos
Aguardo faminto que cheguem
Perfumes tontos sem pudor
Com aromas de dormir
Me levem ao desejo de ir
Perder-me perdidamente
Mergulhar-me no teu ventre
Nas fantasias do amor 
© Augusto Brilhante Ribeiro
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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 18:50
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