Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Viver

Viver sem saber o que fazer

É sofrer por não te ver
É querer por te perder
E não te ter
 
Que o tempo que passou
Me deixa aquela saudade
Da ternura e amizade
Tão breve que me marcou
 
Hoje não posso deixar
De te dizer quanto quero
Quanto amor de ti espero
No teu corpo despejar
 
Nos teus lábios e no peito
À noite quando adormeço
O meu pró teu humedeço
E no teu colo me deleito 

© Augusto Brilhante Ribeiro

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:00
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