Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Insónias

Nas longas noites de insónia
Procuro e olho o teu retrato…
Meu amor, como era bom
Entre nós haver um pacto
 
Hoje encheste-me a alma
Com tanta imaginação…
Fiquei sem dizer palavra
Murmurei nossa Oração
 
A ti só te posso enviar
Estas palavras que sinto
Desejos de te abraçar
Um corpo frio que minto
 
Porque quiseste partir
Se havia tanto para dar?
Tanto amor adormecido
Tanta coisa pr’a contar
 
Que faço mais por aqui?
Ajuda-me, vem cá buscar
Esta alma que se perde
Perdendo-se por te amar

© Augusto Brilhante Ribeiro

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:20
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