Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010

A loucura

Disseste-me um dia que a loucura me invade.

Disseste-me porque não sabes como a amo.
É como uma tempestade que enfurece
Que não se vê, mas que aparece.
É em transe de louco que a quero
Que a desejo, que a beijo e que a aperto
Até que a paz e o corpo nos amoleça
E nos deixe como no deserto.
Sou maluco por uma coisa que não posso ter
Nem ver, nem querer, nem falar, mas sim amar.
Quero vê-la, imaginá-la enquanto estou a pensar
Amar em silêncio, falar em pensamento
Querê-la para dentro e não mais a soltar.

© Augusto Brilhante Ribeiro

tags: ,
publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:00
link do post | comentar | favorito

pesquisar

 

arquivos

Alguém

Apagou-se

Algemas

Um-doi-erdo-eito

Encontro anulado

Resposta ao refrão:

Relatório

A minha casinha

Novelo

Dor de parto

Um susto

Hora do desejo

Uma morte enamorada

Pétala de amor

O tempo que lhe restava

Chegou ao fim

Um bronze de verão

Foi como quiseste

Ai se eu pudesse

Epitáfio

Vi-te assim

Justificações

Sem tempo

Retrospetiva

A razão

Velhice

Provocações

Em coma

Alentejo

Dia de vento

Fui enganado

Extorquido

Rosas sem cor

Néctar

Longe de ti

Bem-vinda

Fingi que te amava

Basta!

No velho sobreiro

Metáfora do meu ser

Como gosto de ti

Não te vi

Atrás da janela

Desilusão

Mente vazia

Padrões

Minha vida

Pra vóvó

Abraça-me!

No regresso

Música Clássica
Previsão do tempo