Domingo, 28 de Fevereiro de 2010

A nuvem

A nuvem que agora passa

Deixa marcas de saudade…
Lembro-me daquele tempo
Que disseste que me amavas.
 
Logo que a chuva veio
Foi quando te vi perder
Por entre as águas revoltas
Num rio que vi nascer
 
Clamo de dia e de noite
Pelo amor que já perdi
Por ti clamo o dia inteiro
Sentindo o que não senti

© Augusto Brilhante Ribeiro

 

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:00
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