Terça-feira, 30 de Março de 2010

Que destino o meu

No leito que não tem jeito

Obrigam-me a repousar
Sinto que o tempo se esgota
Que o perco na presença
Da tristeza de quem se esforça
Sorrindo para não chorar
 
Nos dias que vão e voltam
Peço que no tempo volte
A alegria que me foge
O amor que não quer voltar

© Augusto Brilhante Ribeiro

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:00
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