Quinta-feira, 15 de Julho de 2010

Indiferença

Ser indiferente

Na alegria ou na sorte

No porte

Ou na sentença da morte

 

Ser indiferente

Vivendo como a escória

Sem glória

No tempo eterno da memória

 

Ser indiferente

No mundo de tantos iguais

Como pardais

Sem conhecer o que há mais

 

Ser indiferente

É o que resta, baixar a testa

E já não presta

Porque indiferente é ser obediente

Eternamente

© Augusto Brilhante Ribeiro

tags: ,
publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:00
link do post | comentar | favorito

pesquisar

 

arquivos

Alguém

Apagou-se

Algemas

Um-doi-erdo-eito

Encontro anulado

Resposta ao refrão:

Relatório

A minha casinha

Novelo

Dor de parto

Um susto

Hora do desejo

Uma morte enamorada

Pétala de amor

O tempo que lhe restava

Chegou ao fim

Um bronze de verão

Foi como quiseste

Ai se eu pudesse

Epitáfio

Vi-te assim

Justificações

Sem tempo

Retrospetiva

A razão

Velhice

Provocações

Em coma

Alentejo

Dia de vento

Fui enganado

Extorquido

Rosas sem cor

Néctar

Longe de ti

Bem-vinda

Fingi que te amava

Basta!

No velho sobreiro

Metáfora do meu ser

Como gosto de ti

Não te vi

Atrás da janela

Desilusão

Mente vazia

Padrões

Minha vida

Pra vóvó

Abraça-me!

No regresso

Música Clássica
Previsão do tempo