Sexta-feira, 1 de Julho de 2011

Ilusão

Aqueles que souberam e sentiram

A vontade do querer alguém amar

Deixaram na esperança de encontrar

As almas que eram suas e fugiram

 

Quiseram os sonhos não sonhados

Aventuras de corpos já perdidos

Em pedaços nus e iludidos, nas

Entranhas que nunca foram amadas

 

Quiseram o que a vida não lhes dava

Luxúria, vinho álcool, a droga

Machucar o amor na mesma corja

Apressando o fim em cada saga

 

Por fim, exaustos arrependidos

Como cães submissos aos seus donos

Lambiam os restos que lhes davam

Até que ao morrer foram perdidos

© Augusto Brilhante Ribeiro

tags: ,
publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:00
link do post | comentar | favorito

pesquisar

 

arquivos

Alguém

Apagou-se

Algemas

Um-doi-erdo-eito

Encontro anulado

Resposta ao refrão:

Relatório

A minha casinha

Novelo

Dor de parto

Um susto

Hora do desejo

Uma morte enamorada

Pétala de amor

O tempo que lhe restava

Chegou ao fim

Um bronze de verão

Foi como quiseste

Ai se eu pudesse

Epitáfio

Vi-te assim

Justificações

Sem tempo

Retrospetiva

A razão

Velhice

Provocações

Em coma

Alentejo

Dia de vento

Fui enganado

Extorquido

Rosas sem cor

Néctar

Longe de ti

Bem-vinda

Fingi que te amava

Basta!

No velho sobreiro

Metáfora do meu ser

Como gosto de ti

Não te vi

Atrás da janela

Desilusão

Mente vazia

Padrões

Minha vida

Pra vóvó

Abraça-me!

No regresso

Música Clássica
Previsão do tempo