Quarta-feira, 1 de Junho de 2011

Ficou a vontade de querer

Ficou a vontade de querer desde que me deixaste ver

o teu rosto iluminado.

 

Se soubesses como te amo e como te reclamo:

Sem vontade de comer fica-me a vontade de ter.

Quero alma de outro ser neste corpo inanimado.

Todos os dias jejuo, todas as horas padeço.

Solto ais de quem me dera.

Será que ainda te conheço?

 

Tomara que fosse verdade e que meu coração te ouvisse.

Tomara que ainda pudesse voltar a dizer-te um dia

aquilo que há muito já disse.

 

Palavras que nunca disse, já não tas posso dizer.

Não há força que as ice, nem força que as faça querer

As palavras do dever o tempo teima em levar

Obrigando-me a esquecer cicatrizes a sarar

 

Escolhido este destino fiz de mim o que não sou

Amar-te sem ter o tino e dar asas a quem voou.

© Augusto Brilhante Ribeiro

 

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:00
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