Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

Kity

Oh! Que imagem, que cor…

Esse lugar onde a luz que sobrava fazia reflexos.

Não havia dor, frio calor ou míngua de amor…

 

Foi assim que a vi, iluminada, posta de lado.

Com aquela luz que me penetrava o corpo.

Com aquele sorriso que me dava tudo a troco de nada…

 

Oh! Que imagem, sei-a de cor…

Quando a tarde adormecia, o sol, mal posto ainda a via.

O vento batia-lhe no rosto com lufadas breves.

Porém, numa sina de tristeza ficou envolta pela escuridão.

Foi então que acompanhou a natureza, deixando-me a solidão.

© Augusto Brilhante Ribeiro

 

tags: ,
publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 20:00
link do post | comentar | favorito

pesquisar

 

arquivos

Alguém

Apagou-se

Algemas

Um-doi-erdo-eito

Encontro anulado

Resposta ao refrão:

Relatório

A minha casinha

Novelo

Dor de parto

Um susto

Hora do desejo

Uma morte enamorada

Pétala de amor

O tempo que lhe restava

Chegou ao fim

Um bronze de verão

Foi como quiseste

Ai se eu pudesse

Epitáfio

Vi-te assim

Justificações

Sem tempo

Retrospetiva

A razão

Velhice

Provocações

Em coma

Alentejo

Dia de vento

Fui enganado

Extorquido

Rosas sem cor

Néctar

Longe de ti

Bem-vinda

Fingi que te amava

Basta!

No velho sobreiro

Metáfora do meu ser

Como gosto de ti

Não te vi

Atrás da janela

Desilusão

Mente vazia

Padrões

Minha vida

Pra vóvó

Abraça-me!

No regresso

Música Clássica
Previsão do tempo