Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2014

Não te vi

Estas flores que te deixo

Queria ver-te a recebê-las

Queria entregá-las em mão

Queria sentir no teu peito

O pulsar do coração

Não me quiseste atender,

Mas eu vi-te à janela

Por detrás do cortinado.

Receaste o meu olhar…

Outra vez fui recusado.

Porquê tanto ódio assim?

Foi tão grave o que te fiz?

Dá-me um pouco de esperança

Deixa que me sinta feliz

© Augusto Brilhante Ribeiro

 

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 00:00
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