Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

Tanta tortura

A tortura das palavras

Que ouço diariamente

Não são mais do que pedradas

Que me atormentam a mente

 

A tortura dos teus passos

Num frenesim estridente

São como balas que explodem

Na minha cabeça doente

 

A tortura do teu olhar

Faz meu corpo vacilar

Faz-me pensar em te ter

 

Mas antes prefiro morrer

Do que a tortura de me ver

Aos teus pés ajoelhar 

© Augusto Brilhante Ribeiro

 

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 00:00
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