Terça-feira, 1 de Outubro de 2013

Pra vóvó

No espaço entre a alegria

E a certeza de ser feliz"

Fazes o que sempre fizeste

Que eu faço o que sempre quis.

 

Amar, amar perdidamente

É quando estou longe de ti.

É quando me dizes "não mereço"

Que mais te amo loucamente

 

Nos dias que fico ausente,

Meu coração bate forte,

Mas quando este dia chega

Fico louco; impaciente.

 

Quero falar-te, sentir-te,

Quero que me queiras só,

Para querer o que falta,

Que é dizer-te baixinho: “vóvó” 

© Augusto Brilhante Ribeiro

 

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 00:00
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