Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013

Mente vazia

Quando a mente não presta

O corpo que arrasta cede à vontade de outro

O sentido deixa de pesar

É confusa a situação

A lentidão passa a pressa

A vaidade ao desmazelo

Anda tudo em turbilhão

Come-se depressa

Corre-se na escuridão

Eliminam-se os fracos

Morre-se sem perdão 

© Augusto Brilhante Ribeiro

 

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 00:00
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