Sábado, 1 de Fevereiro de 2014

Metáfora do meu ser

Ah! Pablo como te entendo:

As palavras eram espadas. Abriam golpes

Em sonhos de corações maltratados

Nas fantasias de corpos espezinhados

Na alma de donzelas apaixonadas

 

Ah! Pablo, como te compreendo:

As lutas que tiveste

Os moinhos de vento que enfrentaste

Sem afago e entendimento desmedido

 

No vento que soprava traiçoeiro

Surgiu-te um Pança que foi o teu alívio

Veio trazer-te a bonança do carteiro

© Augusto Brilhante Ribeiro

 

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 00:00
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