Terça-feira, 15 de Abril de 2014

Longe de ti

Sempre assim o quiseste

Pedi-te que não o fizesses

Tantas vezes remei contra a maré

Até que um dia, para sempre te afastaste

Fiquei longe de ti

Tantas vezes te procurei

Deixaste-me em desespero, sem rumo e desiludido

Nunca mais te encontrei, mas a chama arde;

Perdura ainda uma réstia do que te roubei:

A saudade do teu cheiro, que não o levaste

Quando o teu corpo amei

© Augusto Brilhante Ribeiro

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publicado por Augusto Brilhante Ribeiro às 00:00
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